Com o crescimento do uso do smartphone na América Latina, o crescimento da YellowPepper é impulsionado por parcerias

A YellowPepper, start-up de Miami especializada em atividades bancárias móveis, pagamentos e comércio voltado para a América Latina, acredita que com sua tecnologia e estratégia de parcerias esteja bem posicionada para oferecer soluções diferenciadas. Na Colômbia, por exemplo, a YellowPepper fez parceria com o Banco Davivienda e com as lojas de varejo da Apple para emissão de cartões de crédito pelo smartphone, podendo ser usados em seguida pelos clientes da Apple para fazer compras.

Em entrevista concedida a Knowledge@Wharton, Serge Elkiner, CEO e um dos fundadores da empresa, e Alexander Sjogren, diretor de tecnologia, discorreram sobre as mudanças ocorridas no mercado de pagamentos móveis e digitais nos últimos dois anos desde que a Knowledge@Wharton publicou pela última vez um artigo sobre a YellowPepper sobre as parcerias feitas pela empresa e sua estratégia para o futuro.

Segue abaixo a versão editada da entrevista.

Knowledge@Wharton: Serge, quais são alguns dos principais avanços no mercado de pagamentos móveis e digitais nos últimos dois anos, especialmente na América Latina?

Serge Elkiner: Nos últimos dois anos, as pessoas começaram a se interessar mais pela integração dos aspectos digitais do mundo em que vivemos incorporando-os ao seu negócio principal. Eu diria que de 2015 a 2016 elas analisaram diferentes opções e começaram a fazer planos. Depois disso, de 2016 a 2017, fizeram testes, avaliaram produtos minimamente viáveis e começaram a experimentar com cautela. Depois, em 2017, vimos a aceleração dos investimentos nas plataformas digitais financeiras e em produtos no segmento digital.

Knowledge@Wharton: Que fatores estão por trás dessa aceleração?

Elkiner: A penetração do smartphone está ganhando velocidade a um ritmo rápido. Isso tem tido um impacto tremendo na capacitação de bancos e varejistas, permitindo-lhes pensar sobre o mundo digital de outra forma.

Knowledge@Wharton: Qual o grau de penetração do Android na sua opinião e qual o impacto disso?

Elkiner: O fato de que agora temos celulares Android na faixa de US$ 30 a US$ 40 no mercado democratizou o acesso ao smartphone. Isso confere a qualquer empresa, especificamente bancos e varejistas, a capacidade de facultar à sua clientela o acesso a seus serviços através do smartphone. Trata-se de uma excelente plataforma para atender às pessoas por meio de canais digitais.

Knowledge@Wharton: Que regiões estão crescendo mais rapidamente na América Latina? Como isso influenciou sua estratégia e que adaptações tiveram de ser feitas?

Elkiner: Colômbia e México são as regiões que registram maior velocidade de crescimento para nós. O Equador e a República Dominicana são os seguintes na lista, mas não ficam muito atrás. Com relação à estratégia, quando começamos trabalhávamos apenas com o banco móvel. Depois, acrescentamos os pagamentos móveis ─ de modo que havia duas características na plataforma. Nos últimos 12 meses, criamos e adaptamos uma plataforma que fica entre os sistemas herdados do varejo e os bancos e que nos permite integrar o novo ecossistema digital sem receio de que sua tecnologia pudesse nos causar inconvenientes, já que a maior parte dos sistemas herdados não permitem que sejam muito flexíveis. Por isso, adaptamos nossa plataforma e agora estamos incorporando mais do que apenas os bancos ou pagamentos móveis, permitindo desse modo que haja diferentes serviços no mundo digital, integrando APIs (interfaces de programação de aplicativos) e SDKs (kits de desenvolvimento de software) de Visas e Mastercards a pequenas start-ups ou ao nosso próprio desenvolvimento conquistado ao longo dos últimos anos.

Knowledge@Wharton: Você falou também em aumentar o número de transações de 30 milhões para 40 milhões. Quais os motivos por trás desse crescimento?

Elkiner: Nossas transações aumentaram 25% nos últimos dois anos. No entanto, o que é igualmente importante é que o mix de transações mudou; o percentual de transações deflagrado pelos smartphones, em comparação com os celulares comuns, é muito maior. Passamos de um milhão de transações por mês para cerca de dez milhões de transações mensais via smartphone. É um crescimento de dez vezes. Portanto, nossas transações gerais cresceram 25%, porém as transações através do smartphone cresceram dez vezes mais nos últimos 12 meses.

Knowledge@Wharton: Alexander, o que você acha das mudanças ocorridas nos últimos dois anos no mercado de pagamentos, e de modo mais amplo, no mercado de fintech?

Alexander Sjogren: Nos últimos dois anos, tivemos um crescimento tremendo nos mercados verticais, e não apenas no segmento tradicional de entidades financeiras emissoras. Há muitos varejistas hoje preocupados com a questão dos pagamentos. As empresas da América Latina olham para os EUA e veem ali seu futuro. As lojas físicas começam a compreender a importância de colher dados e simplificar os pagamentos para seus consumidores, além de melhorar a experiência em suas lojas. Tivemos um grande crescimento nessa área.

Além disso, depois de dar conta da parte mais difícil, que consiste na integração com os sistemas herdados do ponto de venda e das plataformas bancárias, você começa a ver a força dessa solução e os muitos casos em que se pode aplicá-la, em vez da experiência tradicional de pagamento que havia no passado. Hoje há grandes oportunidades na emissão instantânea, já que é possível emitir imediatamente um cartão pelo telefone, de modo que o cliente possa fazer compras em uma loja em minutos, em vez de ter de contratar um cartão de crédito novo, esperar que chegue em casa para então voltar à loja em algumas semanas.

Knowledge@Wharton: Você poderia me dar um exemplo desse processo e de que maneira tem funcionado?

Sjogren: Sim, claro. Trabalhamos com o Davivienda, um dos maiores bancos da Colômbia, e com a Apple Stores, também na Colômbia. Lançamos a emissão instantânea de cartão de crédito do Davivienda nas lojas da Apple. Antes disso, se você quisesse comprar um MacBook ou um iPhone, o funcionário lhe daria a opção de fazer a compra com um cartão do Davivienda, em 24 meses, sem juros etc. No entanto, o sucesso dessa estratégia foi moderado porque havia uma burocracia grande e cansativa e era preciso assinar vários papéis. Os clientes recebiam o cartão em casa duas semanas depois. Só então voltavam na loja para fazer a compra. A taxa de ativação, a exemplo do que ocorre com os cartões de crédito, era de cerca de 65%. Por isso, juntamente com o Davivienda e a Apple, agilizamos o processo, de modo que o funcionário da Apple tira uma foto do cliente, escaneia sua identidade e a envia para o escritório do cartão para levantamento da pontuação. A mensagem de aprovação é enviada para o Davivienda, que emite em seguida uma mensagem para nosso servidor. Depois disso, nosso servidor envia uma chave de sete dígitos associada ao cartão de crédito. O cliente digita então esse número no ponto de venda e completa a compra.

As vantagens dessa solução são enormes. Creio que temos uma taxa de ativação de 90% em comparação com a de 65% dos cartões. O ticket médio está em torno de US$ 950. Não faz um ano e já processamos mais de US$ 45 milhões só nessas lojas. Portanto, o sucesso é enorme, e não apenas para o Davivienda ─ a emissão de cartão de crédito pelo banco aumentou 14% graças a essa solução ─ mas a Apple também foi beneficiada. Acho que, nos primeiros seis meses, foi na Colômbia que os negócios da Apple mais cresceram na América Latina. Temos observado a verticalização desse segmento. Vários outros bancos querem participar, muitos outros varejistas também. O Davivienda e a Apple estão levando a ideia para fora da Colômbia.

Knowledge@Wharton: Você tem planos de colaborar com o Davivienda para ampliar o negócio e incluir outros varejistas?

Elkiner: Já estamos trabalhando com dois outros varejistas. Estamos ampliando as operações para duas outras regiões onde o banco está presente. Também estamos ampliando o serviço para outros bancos dentro da Colômbia e na região.

Knowledge@Wharton: Que desafios que você enfrentou na hora de introduzir o modelo na Colômbia e como foi que você os venceu? Qual o potencial de replicação desse modelo em outros países além da Colômbia?

Sjogren: Os desafios foram imensos antes disso. Tivemos de instalar nosso software em todos os pontos de venda do país. Diante da oportunidade, e em parceria com o Davivienda, o trabalho ficou fácil. Acho que a introdução foi feita provavelmente em um mês. No entanto, a verdadeira dificuldade que tivemos de vencer foram os dois anos de desenvolvimento antes de integrar todos os sistemas herdados e atualizar a infraestrutura do ponto de venda.

É aí que está a beleza de tudo. Quando conseguimos compreender as tecnologias herdadas e integrar as soluções a elas, vemos que há inúmeros mercados verticais para onde é possível levar o produto, e tantos pontos complicados a serem equacionados. Se buscávamos uma solução semelhante para algo desse tipo, temos hoje a infraestrutura e o [software] do ponto de venda. Agora, todo ponto de venda pode se tornar um caixa eletrônico. Com isso, o varejista fica livre de manipular dinheiro, já que ele pode ser sacado no caixa, além de executar também serviços de remessas. Desse modo, será possível aumentar exponencialmente a rede de remessas para todos os pontos de vendas do país. Estamos entrando no México agora. O Davivienda está se responsabilizando por isso.

Knowledge@Wharton: Você pretende fazer o mesmo com a Apple ou com outros produtos?

Sjogren: A Apple está espalhando o serviço por toda a região. Eles estão fazendo RFPs (solicitações de propostas, na sigla em inglês) junto aos diferentes bancos que desejam usar o produto, ou quem quer que deseje usá-lo. O problema é que a Apple é muito rigorosa no tocante à forma como ela deseja que seja a experiência do seu cliente. A empresa não quer que sejam assinados papéis físicos. As assinaturas têm de ser feitas no iPad da loja. Os grandes bancos estão lutando com isso; no entanto, muitos deles dizem: “Muito bem, vou entrar nesse negócio. Mas para que precisaríamos de recibo? Temos uma cópia digital.” Portanto, o desafio é o seguinte: quem está mais capacitado? Em geral, são principalmente os grandes bancos que vão assumir o negócio. O Davivienda foi o primeiro na Colômbia. Agora, porém, há outros bancos dizendo: “Ok, também queremos entrar nesse negócio”, porque o Davivienda quebrou a barreira existente.

Knowledge@Wharton: Quais os desafios de trabalhar com a Apple, de um lado, e com os bancos, de outro, e com a plataforma da YellowPepper? Como você administra isso?

Sjogren: A YellowPaper sempre foi uma empresa simpática às parcerias. Desde sua criação, sempre nos relacionamos com os bancos e nos integramos a eles. Essa é uma experiência geralmente complicada ─ passar por todas as VPNs [redes privadas virtuais, na sigla em inglês], os protocolos de segurança, compreender todos os diferentes sistemas principais etc. Temos uma vantagem aí porque esse é provavelmente o lado mais complicado. Vemos que empresas como a Apple são geralmente mais flexíveis no tocante à tecnologia. Elas são mais fáceis de trabalhar no que diz respeito à tecnologia do que as instituições financeiras.

Knowledge@Wharton: Quais são seus objetivos de curto e de longo prazos, especialmente no tocante à tecnologia, para a construção do sistema em, digamos, dois ou três anos?

Sjogren: Nosso principal objetivo agora consiste em melhorar a velocidade de venda. Isso significa deixar tudo bem documentado, de modo que possamos converter todos os diferentes serviços que temos à plataforma de forma escalável, o que nos permitirá atingir novos mercados bem mais depressa do que no presente.

Os desafios tecnológicos são os seguintes: embora tenhamos conjuntos de produtos proprietários, também temos muitos produtos de terceiros como Visa, Mastercard, PayPal, Facebook e uma porção de fintechs de menor porte. É preciso garantir que estejamos aderindo a todas as regras das grandes empresas que desejam que seu SDK tenha um pacote determinado, de modo que possamos empacotar todos os diferentes serviços na nossa ponta através de uma forma de implementação muito fácil para o cliente. Portanto, para nós, toda decisão tecnológica tem a ver com o momento de pôr à venda no mercado e com a escalabilidade. Se observarmos de onde estamos falando agora do ponto de vista da tecnologia, fica muito fácil criar produtos escaláveis graças à nuvem, e graças a Slate (ferramenta de documentação), graças também aos microsserviços, que contêm serviços de porte bastante reduzido e que eram fragmentos dos seus serviços nas áreas contidas. Ela permite a você ganhar escala de uma maneira totalmente diferente e que jamais vimos no passado. Portanto, é muito fácil construí-la e adaptá-la de forma escalável, mais do que colocá-la num pacote junto com tantos interesses diferentes de todas essas empresas e, no fim das contas, facilitar para o consumidor ─ os grandes varejistas e as grandes instituições financeiras ─ o consumo dos nossos serviços.

Knowledge@Wharton: Quais os objetivos da YellowPepper para os próximos anos e que riscos você prevê?

Elkiner: O objetivo é continuar a atender aos bancos e varejistas na ampliação da sua presença digital integrando o ecossistema digital ao núcleo do seu ecossistema num ritmo mais veloz, acrescentando novos mercados. Quando digo novos mercados, me refiro principalmente à América Latina, caso do Chile, Argentina e América Central. Há sempre uma grande interrogação, é claro, sobre o Brasil. No entanto, creio que com parceiros como os Visas do mundo, podemos começar definitivamente a pensar em nos expandir no Brasil. Em seguida, além do curto e do médio prazos, crescer também além da região e com isso levar nossa plataforma e capacidades para outros lugares do mundo.

Knowledge@Wharton: Por que você acha que a América Latina e outros mercados emergentes podem saltar à frente dos EUA?

Sjogren: Há dez anos, quando trabalhei na Europa, os países do Báltico superaram a Europa Ocidental e o Norte da Europa em questão de anos no que se refere à infraestrutura de pontos de venda e serviços de mobilidade financeira. Estamos vendo isso acontecer na América Latina também. Ninguém toma decisões assim tão caras para criar sistemas de pontos de vendas incubados por toda parte que sejam difíceis de serem abandonados. Agora, portanto, há uma grande oportunidade para que se definam os serviços necessários para cada segmento, de modo que nem todo varejista necessite de um ponto de venda.

Algumas pequenas lojas vão trabalhar com um ponto de venda móvel. E isso não era possível antes, certo? Portanto, no setor de pagamentos, vemos que a América Latina está superando muitos mercados industrializados com a emissão instantânea, concessão de crédito aos varejistas etc.

Observamos a mesma tendência na Ásia-Pacífico, especialmente na China e na Índia, com a Paytm e a Alipay. Nesses mercados, as pessoas tiram o dinheiro de sua conta bancária no dia do pagamento e o guardam em casa. Contudo, a Paytm e a Alipay conseguiram conquistar esse mercado. Creio que a mesma dinâmica se repete no mercado latino-americano. Há taxas de bancarização de 40% a 50% na região [percentual da população que tem conta em banco e a utiliza], mas somente um pequeno percentual desse total consiste em pagamentos com cartão de crédito. Muitas pessoas tiram o dinheiro do banco, mas não dispõem de fato de uma solução de pagamentos criada para elas. Acreditamos que a Paytm e a Ant Financial, ou outra empresa, entrará na região e terá uma oportunidade tremenda de crescimento para os diferentes tipos de serviços que proporcionam.

Knowledge@Wharton: Existe algum tipo de serviço fornecido por empresas como a Ant Financial na China ou a Paytm na Índia que você gostaria que a YellowPepper fornecesse?

Sjogren: Claro, sem dúvida.

Knowledge@Wharton: Onde você vê oportunidades ali?

Sjogren: Estou convencido de que há muitas oportunidades. Se olharmos para a Paytm e para a Alipay, veremos que elas têm um espectro completo de serviços como aquisição de bilhete de trem, pagamento de contas, pagamentos offline e online, pontuação de crédito, gestão de fortuna etc. Gostaríamos realmente de adquirir algum produto no segmento de empréstimos que nos permitisse começar a proporcionar microcrédito e coisas parecidas. Isso se daria juntamente com um produto de pontuação de crédito, de modo que possamos colher dados do consumidor que talvez não tenha tido necessariamente cartão de crédito antes e, portanto, não tem por enquanto pontuação de crédito. Vejo uma grande oportunidade para isso na América Latina. Acho que essas empresas agiram brilhantemente ao consolidar tudo em uma plataforma que a torna barata e extremamente acessível ao consumidor.

Knowledge@Wharton: Foi bom você trazer esse assunto à tona porque muita gente com quem converso no segmento de fintech menciona o alto potencial da inclusão financeira de pessoas que antes não tinham acesso aso serviços financeiros.

Sjogren: Exatamente.

Knowledge@Wharton: Qual o potencial disso na América Latina?

Sjogren: Muito grande. Tremendo. Conforme eu disse anteriormente, há de 40% a 50% de bancarização na região, portanto há muita gente que ainda não tem acesso aos serviços bancários. Muitos dos que têm acesso têm um acesso bastante limitado. Por exemplo, eles têm um histórico de débito, mas não podem nunca contratar um empréstimo porque não têm histórico de crédito. Portanto, será crucial a disponibilização de soluções de mensuração de crédito na América Latina para que haja inclusão financeira e as pessoas possam contratar empréstimos em grande quantidade.

Há muitas empresas já envolvidas nesse processo. Por exemplo, a Tala Mobile, da Costa Oeste, está realizando um trabalho formidável na África. [Os modelos de crédito da Tala permitem que ela avalie a situação de crédito e a capacidade de um interessado usando os dados disponíveis em seu aparelho móvel]. Creio que quando essas coisas estiverem funcionando, haverá uma oportunidade enorme para lidar com os sub-bancarizados que têm smartphones e dos quais é possível colher inúmeros dados. Você pode colher seus dados de mídia social, suas interações e tudo o mais e aprender como essas pessoas estão estruturando a vida. Em seguida, pode-se criar um portfólio de dados que capacite à instituição conceder empréstimos que estimulem efetivamente a economia e reúna a todos em volta dela.

Knowledge@Wharton: Serge, qual será o impacto de empresas chinesas como a Alibaba, Alipay e WeChat quando entrarem no mercado latino-americano, não apenas sobre a YellowPepper, mas também sobre outras empresas?

Elkiner: Acho que será positivo. Elas estão em busca de novos mercados onde se expandir e a América Latina é um território fértil. Creio que estamos muito bem posicionados para fazermos parceria com elas e ajudá-las a entrar na região. Não as vemos como ameaça. Estamos muito bem posicionados no mercado e extremamente conectados na parte de emissão do ecossistema. Portanto, cremos que estamos adaptados e que seremos bons parceiros.

Knowledge@Wharton: Qual a sua estratégia de expansão do alcance da YellowPepper para além da América Latina, sobretudo na Europa?

Elkiner: Não é uma estratégia fixa, mas a ideia é a seguinte: há uma nova regulação na Europa que obriga os bancos a dar acesso às informações das contas, saldos etc. para terceiros, desde que o dono da conta esteja de acordo. Isso deixa o banco em situação de risco porque um terceiro pode agora ter acesso ao dinheiro e tirá-lo de um banco e depositá-lo em outro, e os bancos são obrigados a se adaptar a isso. Isso significa que eles precisam realmente começar a impulsionar seus esforços digitais. Uma vez que nossa plataforma tem essa capacidade, podemos ajudá-los com isso. Portanto, a Europa seria uma região em que realmente procuraríamos nos expandir.

Citando a Universia Knowledge@Wharton

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"Com o crescimento do uso do smartphone na América Latina, o crescimento da YellowPepper é impulsionado por parcerias." Universia Knowledge@Wharton. The Wharton School, University of Pennsylvania, [18 December, 2017]. Web. [15 December, 2018] <http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/com-o-crescimento-uso-smartphone-na-america-latina-o-crescimento-da-yellowpepper-e-impulsionado-por-parcerias/>

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Com o crescimento do uso do smartphone na América Latina, o crescimento da YellowPepper é impulsionado por parcerias. Universia Knowledge@Wharton (2017, December 18). Retrieved from http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/com-o-crescimento-uso-smartphone-na-america-latina-o-crescimento-da-yellowpepper-e-impulsionado-por-parcerias/

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"Com o crescimento do uso do smartphone na América Latina, o crescimento da YellowPepper é impulsionado por parcerias" Universia Knowledge@Wharton, [December 18, 2017].
Accessed [December 15, 2018]. [http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/com-o-crescimento-uso-smartphone-na-america-latina-o-crescimento-da-yellowpepper-e-impulsionado-por-parcerias/]


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