Como os “insights simples” de Richard Thaler levaram ao Prêmio Nobel

Richard H. Thaler, o “pai da economia comportamental”, foi laureado com o Prêmio Nobel de Economia de 2017 por seu trabalho nesse campo. Thaler há tempos é conhecido por desafiar um conceito fundamental da economia tradicional ─ a saber, que as pessoas, em geral, se comportam racionalmente ao fazerem compras e tomarem decisões financeiras. A pesquisa de Thaler subverteu o senso comum e mostrou que as decisões humanas são, às vezes, menos racionais do que supomos, e que a psicologia de modo geral ─ e conceitos como os de impulsividade ─ influenciam inúmeras outras escolhas do consumidor de formas muitas vezes imprevisíveis.

A economia comportamental, antes uma espécie de pária, hoje integra o pensamento econômico geralmente aceito graças, em larga medida, às ideias de Thaler. Sua pesquisa tem também implicações práticas imediatas. Uma das principais ideias do economista ─ sua teoria do empurrão [em inglês, nudge]” ─ diz que governo e empresas, para citar em exemplo, podem influenciar enormemente os níveis de poupança destinados à aposentadoria com mudanças discretas na papelada que permitem ao indivíduo optar por não destinar níveis elevados de poupança para sua aposentadoria, em vez de optar pelo sim. Thaler é coautor de um livro, “O empurrão para a escolha certa: melhore suas decisões sobre saúde, riqueza e felicidade”, que se tornou best-seller.

Na entrevista que concedeu a Knowledge@Wharton, Katherine Milkman, professora de operações, informações e decisões da Wharton ─ ela mesma economista comportamental ─ discorre sobre a influência de Thaler na economia e as aplicações práticas de suas ideias já em andamento. Ela atribui parte do seu sucesso à sua enorme clareza de pensamento e de escrita. Ela entrevistou o professor Thaler para a Knowledge@Wharton em 2016, ocasião em que conversou com ele a respeito do seu novo livro na época, “Comportamento inadequado: a construção da economia comportamental”.

Segue abaixo a versão editada da entrevista.

Knowledge@Wharton: Deve ser um momento empolgante para economistas comportamentais como você ver um de seus astros principais reconhecido dessa maneira. Você poderia fazer um rápido resumo dos principais conceitos da economia comportamental e de que maneira eles diferem das visões tradicionais da economia? E por que Thaler é um líder tão importante nesse campo?

Milkman: A economia tradicional faz pressupostos sobre a realidade de todos nós e, basicamente, parte da suposição de que tomamos decisões como se fôssemos máquinas perfeitas, uma espécie de Capitão Spock de Jornada nas estrelas, capaz de processar informações à velocidade da luz, fazer uma porção de cálculos numéricos e propor soluções precisas.

Na realidade, não é dessa forma que os seres humanos tomam decisões. Cometemos erros com frequência. A principal contribuição de Richard Thaler para a economia foi a introdução de uma série de maneiras previsíveis que levam as pessoas a cometer erros, além de tornar palatável o retrabalho desses desvios para que se tenha uma descrição mais rica e mais precisa do comportamento humano no campo da economia.

Knowledge@Wharton: Qual seria um exemplo clássico de decisão que um economista esperaria que alguém tomasse racionalmente, mas que a pessoa não toma?

Milkman: Bem, um exemplo excelente pode ser tirado da obra do próprio Richard e diz respeito aos desafios do autocontrole. Ele falou sobre o problema do caju, ou do desafio que tem alguém, em um jantar, de resistir à tigela de cajus que o indivíduo sabe que arruinará seu apetite.

Um economista tradicional não veria a situação como um desafio. Ninguém terá dificuldade alguma de resistir à tentação. As pessoas sabem que o caju pode arruinar o jantar; não temos de comê-los. Thaler observa que, na verdade, todos lutamos com isso, e todos respiram aliviados quando o anfitrião retira a tigela de cajus, de modo que ela fica fora do seu alcance e desaparece da vista das pessoas.

Parece uma coisa pequena, mas, na verdade, essa situação revela um grande desafio para o autocontrole do ser humano, o que talvez explique a epidemia de obesidade e a pouca economia que se faz para a aposentadoria, bem como o baixo nível escolar de muitos grupos. A quantidade de coisas que essa simples observação pode esclarecer é extraordinária. E essa é apenas uma de suas contribuições.

Knowledge@Wharton: A ideia de que o ser humano, muitas vezes, age impulsivamente, deve ser levada em conta. A pessoa não faz cálculos o tempo todo imaginando que decisão econômica ou financeira deve tomar.

Milkman: Exatamente. Essa é resumidamente a contribuição que Richard Thaler fez à economia: o ser humano não é um ente perfeitamente racional de calculadora na mão. Temos problemas para controlar nossos impulsos, temos preferências sociais. Nós nos importamos com o que acontece às outras pessoas, em vez de sermos totalmente egoístas. Somos limitados em nossa racionalidade de várias maneiras, e Thaler chamou a atenção para isso nos últimos 50 anos, além de destacar oportunidades para que os gestores de políticas melhorem a vida de bilhões de pessoas levando em conta esses insights.

Knowledge@Wharton: Parece um pouco estranho que essas ideias tenha sido negligenciadas por tanto tempo. Agora as pessoas estão falando mais delas.

Milkman: Correto. De algum modo, foi preciso que surgisse uma personalidade como a de Richard Thaler. Ele é o tipo de pessoa que gosta de quebrar os modelos existentes e de se comportar de maneira inadequada, expressão, aliás, que dá título à sua autobiografia. Foi preciso que alguém como ele ressaltasse o absurdo das suposições do modelo econômico tradicional, ajudando a mudar essas suposições, de modo que pudéssemos aperfeiçoar a ciência econômica.

Knowledge@Wharton: E aqueles modelos econômicos? Eles funcionaram muito bem na maior parte das vezes, possivelmente na maior parte do tempo ─ só que quando não davam certo, o erro podia ser fatal. É isso?

Milkman: Correto. Além disso, era sinal de que também havia oportunidade para melhorias. Portanto, mesmo que funcionassem bem a maior parte do tempo, não eram realmente muito precisos. Assim, quanto mais exatos forem, mais possibilidades teremos de melhorar as políticas de gestão.

Knowledge@Wharton: Vamos falar de algumas aplicações práticas das ideias de Thaler. Não faz muito tempo, ele foi assessor do governo. Talvez você pudesse falar da contribuição que ele deu nessa área e que ideias práticas ele tem para que seus conceitos sejam postos em ação.

Milkman: Em 2008, juntamente com Cass Sunstein, Thaler escreveu um livro chamado “O empurrão para a escolha certa”, que se tornou best-seller. O livro mostrava que havia uma oportunidade para que o governo usasse a economia comportamental. A ideia básica era que há várias maneiras pelas quais as pessoas fazem escolhas pouco ideais, e os governos têm a oportunidade de usar seu conhecimento e seu insight sobre esses erros para com isso tentar efetivamente melhorar as tomadas de decisão.

Vou lhe dar um exemplo concreto do livro que é para mim de uma contundência impressionante. Todas as vezes que entramos em um restaurante, diz Thaler, temos diante de nós uma ampla oferta de opções para nossa bandeja. Há coisas que pegamos primeiro e outra que pegamos depois. A primeira coisa que pegamos é possivelmente o que compraremos e comeremos, diferentemente do que ocorre com o que pegamos por último, isso porque quando deparamos com aquele primeiro item nossa bandeja ainda está vazia.

Isso significa que quem planejou o layout do restaurante estava, na verdade, de forma consciente ou não, influenciando drasticamente nossas escolhas dependendo do lugar onde ficam expostos certos alimentos. A primeira coisa com que nos deparamos tem mais chances de ir parar no nosso prato, conforme eu acabei de dizer, e, portanto, seja o que for que o restaurante coloque em primeiro lugar nas suas opções, seja brócolis ou bolo de chocolate, é isso que vai parar no nosso prato.

Não existe isso de arquitetura de escolha neutra. Thaler observou que deveríamos tentar planejar ambientes em que as pessoas tomassem decisões de tal modo que, em suas palavras, os empurrões nos conduzam a escolhas melhores. Portanto, por que não colocar brócolis em primeiro lugar e o bolo de chocolate por último para ajudar as pessoas a fazerem escolhas mais saudáveis no restaurante?

Thaler fala também sobre como melhorar a poupança para a aposentadoria usando interpretações semelhantes tiradas da psicologia. Por exemplo, por que não partir do princípio de que as pessoas querem economizar para a aposentadoria e inscrevê-las automaticamente num plano desses, permitindo que possam abrir mão dessa escolha posteriormente, em vez de persistir no procedimento corriqueiro dos contratos de emprego em que se supõe que a pessoa não deseja optar pelo plano de aposentadoria, a menos que peçam para que sejam incluídas nele. Com pequenas mudanças na forma como fazemos nossas escolhas, não restringiremos de modo algum as escolhas possíveis. Isso pode ter um impacto enorme para melhor na vida do ser humano.

Knowledge@Wharton: Outra ideia interessante ─ nesse mesmo sentido ─ é que, no futuro, quando você tiver um aumento, sem dúvida nenhuma a maior parte dele irá para seu plano de aposentadoria, e não aquele percentual padrão baseado no que você havia escolhido antes. Graças, então, ao “milagre” dos juros compostos, coisas desse tipo podem fazer uma enorme diferença na aposentadoria.

Milkman: Correto. Você havia me perguntado especificamente como os governos estão usando isso. Quero salientar que muita gente do governo leu “O empurrão para a escolha certa”, e hoje existem centenas de escritórios nos governos do mundo todo que desenvolveram o que chamam afetuosamente de Unidades de Empurrão, onde estão fazendo testes com os insights desse campo na tentativa de melhorar os resultados para os cidadãos.

Temos um no governo americano que foi criado, creio eu, em 2015, se é que não estou confundindo a data. Antes disso, a primeira Unidade de Empurrão surgiu no Reino Unido com David Cameron, e ficou literalmente conhecida como Unidade de Empurrão. Atualmente ela é chamada de Equipe de Insights Comportamentais e têm operações nos EUA e no Reino Unido. Elas estão ajudando muitas cidades dos EUA a melhorar suas propostas para os cidadãos. Portanto, Thaler teve um impacto enorme, não somente aqui, mas também no exterior.

Knowledge@Wharton: Thaler ganhou o Prêmio Nobel de Economia por seu trabalho em economia comportamental, mas quando conversávamos anteriormente você disse que ele se considera um cientista comportamental. Você poderia falar sobre o significado dessa distinção?

Milkman: Uma coisa que é importante na obra de Richard Thaler é o fato de que ela cria uma ponte entre as disciplinas e, portanto, embora muitos Nobel de Economia sejam concedidos a pessoas que são única e exclusivamente economistas, e têm seu mérito reconhecido apenas no campo da economia, procuram-se também pessoas que tenham tido um impacto em campos mais abrangentes, e foi o que aconteceu no caso de Thaler.

Portanto, Richard Thaler se refere com frequência a si mesmo não apenas como economista comportamental, mas também como cientista comportamental, porque há uma comunidade da qual fazem parte muitos não economistas que estão empenhados nesse trabalho impulsionados pelas ideias de Thaler, pelo seu pensamento sobre peculiaridades do comportamento humano que não são captadas pela ciência econômica.

Portanto, ciência comportamental é um termo de grande abrangência. Ela reúne psicólogos, muita gente das escolas de negócios que não é da área de psicologia e nem de economia. Há também uma vertente de neurocientistas e de sociólogos que se consideram igualmente cientistas comportamentais.

Knowledge@Wharton: É interessante a ocorrência da palavra “comportamental” aqui, e também de “psicologia”. Não se fala em “emoção”, quando me parece que esse é um termo que deveria fazer parte de tudo isso. Falamos em inteligência emocional ─ há alguma conexão com essa ideia? Essa também me parece ser uma área que está relativamente fora do estritamente racional, e se aplica ao comportamento, mas é referida com frequência no ambiente de trabalho.

Milkman: Essa é uma boa pergunta. Acho que as emoções em si não ocupam o centro da obra de Richard, no entanto, em algum nível, elas são o sustentáculo de toda a ciência comportamental, e de toda a economia comportamental, porque se indagarmos de onde vêm, no fundo, esses desvios da tomada de decisão ideal, veremos que muitos são impulsionados pelas emoções.

Portanto, boa parte do trabalho de Thaler que analisa as preferências sociais ─ por exemplo, o fato de que parecemos intrinsecamente nos importar com as coisas que acontecem às outras pessoas, e não apenas a nós mesmos ─ resulta, basicamente, da emoção. Nós nos preocupamos emocionalmente com as outras pessoas; temos uma reação emocional quando vemos alguma coisa acontecendo aos demais que nos parece injusta. Podemos pensar também em uma reação emocional, ou visceral, que dificulta o controle dos nossos impulsos em muitas situações. Nesse caso, o trabalho de Thaler sobre o autocontrole está relacionado às emoções. Portanto, embora ele não seja normalmente reconhecido como um estudioso que trabalhe com as emoções, em algum nível tudo o que aprendemos sobre racionalidade limitada está, de algum modo, assim parece, relacionado com as emoções.

Knowledge@Wharton: Fale sobre o modo pelo qual Thaler influenciou muitos outros pesquisadores, inclusive você.

Milkman: Bem, ele abriu novos campos de investigação que simplesmente não existiam antes do seu trabalho. Eu pessoalmente estudo autocontrole e empurrão, e essas são duas coisas que não eram efetivamente estudadas pela comunidade de cientistas comportamentais da mesma maneira, não com as mesmas lentes, antes que ele surgisse e tornasse essas coisas imprescindíveis para a economia comportamental e criasse esse campo, juntamente com seu predecessor, Daniel Kahneman, que também foi premiado com o Nobel 15 anos atrás. Thaler tem sido fundamental para abrir portas aos jovens cientistas, de modo que eles reflitam sobre coisas que anteriormente não eram discutidas por professores mais tradicionais.

Knowledge@Wharton: Que tipo de coisas você tem pesquisado e que não pesquisaria não fosse pela influência de Thaler em sua vida?

Milkman: Uma coisa que tenho pesquisado é o que chamo de Efeito do Novo Começo. Fizemos pesquisas mostrando que o início de novos ciclos em nossa vida, como o início de um novo ano ─ sem dúvida uma coisa muito óbvia para se analisar ─, ou o início de uma nova semana, ou a época posterior ao nosso aniversário, são ocasiões em que nosso autocontrole aparece renovado e há uma motivação a mais para que busquemos nossos objetivos.

Descobrimos, por exemplo, que as pessoas procuram a academia com maior frequência no início desses novos ciclos, e que é mais provável que busquem o termo “dieta” no Google no início desses novos ciclos. É também maior a possibilidade de que criem contratos de cumprimento de objetivos em sites que promovem esse tipo de atividade. Isso nos remete diretamente à obra de Richard Thaler, segundo a qual não tratamos tempo e dinheiro como se fossem a mesma coisa, como se fossem fungíveis. Na verdade, usamos o que ele chama de “contas mentais”.

Pensamos no tempo como algo dotado de categorias específicas, ou no dinheiro como se tivesse outras categorias, mas não movimentamos o dinheiro entre essas categorias ─ e tampouco o tempo. Portanto, um ano novo é uma conta nova, é uma nova categoria, e o tratamos de forma diferente. Com a chegada desse ano novo ─ no meu trabalho, mostro que se trata de um novo começo ─ sentimos como se todos os erros que cometemos no ano passado, e que se acham numa categoria separada, ficaram para trás.

Richard recorre a essa teoria da contabilidade mental para explicar uma porção de anomalias na maneira pela qual as pessoas lidam com suas finanças pessoais, entre outras coisas. Portanto, esse é um exemplo de algo que influenciou meu trabalho.

Knowledge@Wharton: Com relação à obra de Thaler, eu li, por exemplo, que se você criar uma coisa chamada conta do aquecedor em seu orçamento pessoal, você acaba gastando mais com aquecimento. De que maneira uma coisa influencia a outra?

Milkman: A ideia é que lidamos com o dinheiro como se ele tivesse um rótulo. Digamos que você ganhe um vale-brinde ─ fiz esse estudo em uma faculdade ─ para usar no supermercado em que você faz compras toda semana. Digamos que ele valha US$ 10. Bom, você acaba de ficar US$ 10 mais rico, já que ia gastar pelo menos US$ 10 de qualquer jeito no supermercado na semana seguinte, já que você vai lá semanalmente. Mas, como você rotula o dinheiro, em vez de sentir como se tivesse US$ 10 para gastar com o que quisesse na semana ─ ir ao cinema, almoçar fora mais vezes, você acha que aquele dinheiro é para gastar no supermercado, o que faz com que nos sintamos mais ricos com nossa conta de supermercado. Aproveitamos então para nos dar o luxo de comprar coisas como frutos do mar que normalmente não compraríamos, em vez de simplesmente comprar qualquer outra coisa na vida que nos faria mais felizes.

Esse é, portanto, o fenômeno da rotulação, isto é, quando o dinheiro aparece em um lugar, achamos que só podemos usá-lo naquele lugar específico, embora a economia tradicional nos diga que devemos ver o dinheiro como algo fungível. Trata-se simplesmente de outra nota de US$ 10 em seu bolso.

Knowledge@Wharton: O que eu não lhe perguntei sobre Richard Thaler, mas que você acha importante que as pessoas compreendam?

Milkman: Acho que uma das coisas mais fantásticas sobre o Richard é como ele escreve bem, e como são simples seus insights sobre o comportamento humano, são conceitos fáceis, e qualquer um pode entendê-los. Na verdade, ele é o primeiro estudioso de economia comportamental que li quando cursava a universidade, embora fizesse o curso de ciências da computação e negócios. Tomei contato com uma coleção maravilhosa dos seus ensaios em um livro chamado “A maldição do vencedor”, sobre anomalias e a maneira como os agentes econômicos se comportam.

Fiquei imediatamente cativada porque era tudo tão incrivelmente simples, elegante, divertido e verdadeiro. Acho que muitos estudiosos que foram influenciados por ele não teriam sofrido tanto a sua influência se não fosse por sua capacidade incrível de se comunicar dessa maneira. Portanto, quem estiver lendo este texto e esteja pensando em se dedicar aos estudos especializados ou à comunicação em alguma área, a obra de Thaler simplesmente enfatiza a importância de se recorrer a uma escrita clara e simples, e de usar exemplos simples, para que tenha um forte impacto sobre o mundo.

Knowledge@Wharton: Existe algum outro tipo de teoria, ou conjunto de teorias e ideias, que esteja emergindo por aí ─ e que tem ocupado a mente das pessoas ─ que poderia ser posto em paralelo com a economia comportamental e que, provavelmente, se revelará importante, mas que as pessoas não estejam percebendo?

Milkman: Bem, um dos discípulos de Richard Thaler ─ e seus discípulos são todos incrivelmente impressionantes por mérito próprio ─, Sendhil Mullainathan, de Harvard, acredita que o próximo grande lance será a forma como a aprendizagem de máquina modificará a ciência social. Eu acho que ele tem razão. Essa poderá ser a próxima revolução nas ciências sociais ─ a utilização da aprendizagem de máquina para prever melhor tudo.

Knowledge@Wharton: Então nosso futuro está nas mãos dos algoritmos?

Milkman: Bem, sem dúvida será um futuro em que o algoritmo contribuirá mais com as ciências sociais.

Citando a Universia Knowledge@Wharton

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"Como os “insights simples” de Richard Thaler levaram ao Prêmio Nobel." Universia Knowledge@Wharton. The Wharton School, University of Pennsylvania, [07 November, 2017]. Web. [19 November, 2017] <http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/como-os-insights-simples-de-richard-thaler-levaram-ao-premio-nobel/>

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Como os “insights simples” de Richard Thaler levaram ao Prêmio Nobel. Universia Knowledge@Wharton (2017, November 07). Retrieved from http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/como-os-insights-simples-de-richard-thaler-levaram-ao-premio-nobel/

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"Como os “insights simples” de Richard Thaler levaram ao Prêmio Nobel" Universia Knowledge@Wharton, [November 07, 2017].
Accessed [November 19, 2017]. [http://www.knowledgeatwharton.com.br/article/como-os-insights-simples-de-richard-thaler-levaram-ao-premio-nobel/]


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