Microfinanças: aprendendo com os países em desenvolvimento — e com experiências passadas

Que lições os provedores de serviços de microfinanças dos EUA podem aprender com as práticas de microfinanças de outros países? Três especialistas dessa indústria trataram da questão durante uma discussão de grupos por ocasião do oitavo Congresso Anual de Microfinanças da Universidade da Pensilvânia, cujo tema foi: “Microfinanças: além das raízes”. A preletora principal, Elizabeth Rhyne, diretora-gerente do Centro de Inclusão Financeira, discorreu também sobre como a indústria de microfinanças está se diversificando, saindo da dependência exclusiva de empréstimos em direção a inúmeras novas vertentes, inclusive inovações no setor de saúde.

O painel reuniu três especialistas: Julie Siwicki, pesquisadora associada da Iniciativa de Acesso Financeiro e pesquisadora associada da U.S. Financial Diaries; Vanessa Carter, diretora executiva do Lend of America e Alexandra Fiorillo, diretora do GRID Impact.

Siwicki começou a discussão com uma visão geral da U.S. Financial Diaries, um projeto de pesquisa que monitora mais de 200 famílias de renda baixa e moderada nos EUA e coleta dados extremamente detalhados sobre suas atividades financeiras. O projeto é um esforço conjunto da Iniciativa de Acesso Financeiro da Universidade de Nova York, do Centro de Inovação em Serviços Financeiros e do Bankable Frontier Associates. De acordo com Siwicki, sua organização entrevista as famílias a cada duas semanas para verificar quais foram seus gastos e que tipos de empréstimos e de crédito estão contratando. A equipe de pesquisadores começou a analisar os dados e já publicou algumas descobertas preliminares. (Outros resultados serão postados à medida que ficarem disponíveis no site www.usfinancialdiaries.org).

Uma das principais descobertas do projeto foi que há muita sobreposição entre as necessidades de microfinanças das empresas e das famílias. Por exemplo, Siwicki discutiu o caso dos Garzas, uma jovem família da Califórnia cujo estilo de vida é bem o exemplo de uma série de problemas comuns. É difícil prever sua renda. O marido tem emprego, mas a família depende também do vale-alimentação do governo, disse Siwicki. O que contribui para a volatilidade da renda é que a esposa trabalha como autônoma — ela recolhe pedidos diversos de clientes e os encaminha. É um trabalho muito esporádico, portanto ela nunca sabe quanto ganhará no mês”, disse a pesquisadora.

Como é que famílias como os Garzas lidam com essas dificuldades? “Fazendo empréstimos, contratando crédito, recorrendo às economias, seguro — todas essas são coisas muito interligadas”, observou Siwicki. Os Garzas também usam redes informais. “Tanto o marido quanto a esposa fazem parte de grupos de poupança rotativos — um sistema em que as pessoas se reúnem a cada duas semanas e contribuem cada uma com ‘x’ dólares que vão para um pote. O pote vai passando pelas pessoas do grupo até que todos tenham usufruído dele. Essa é uma maneira informal de tomar emprestado e de economizar ao mesmo tempo.” Com relação às microfinanças, disse Siwicki, “é muito importante pensar em alternativas inovadoras de empréstimo”. Além disso, no caso de pessoas de baixa renda nessas comunidades, “entra muito dinheiro vindo de familiares e amigos, e nossa pesquisa tentou quantificar esse volume”.

Além de todas essas ferramentas informais, os Garzas também usam ferramentas financeiras formais, disse Siwicki. Eles têm quatro cartões de crédito, cujo uso alternam para conseguir chegar ao fim do mês. Mesmo entre a população de baixa renda nos EUA, “o cartão de crédito é bastante acessível […] O crédito nos EUA está por toda parte, e é culturalmente aceito […] É necessário de várias maneiras. Para comprar uma casa, manter um carro ou conseguir emprego, é preciso ter um bom histórico de crédito”. Diferentemente do que ocorre em muitas economias em desenvolvimento, “o crédito é amplamente disponível nos EUA, mesmo que sob a forma de adiantamento em espécie ou obtido em loja de penhores”.

Contudo, o crédito pode ser tanto uma oportunidade quanto um risco para as famílias de baixa renda, disse Siwicki. “Ele é necessário para abrir portas, mas pode também ser uma barreira. A pessoa pode se afundar em dívidas, o que a impede de prosperar financeiramente […] Nos EUA, temos de criar ferramentas” que lidem com essas necessidades e riscos bastante específicos, disse.

Crédito: sem saída

Vanessa Carter, diretora executiva do Lend of America de São Francisco, na Califórnia, tratou da questão da bancarização associando-a a oportunidades e desafios de oferecer crédito a comunidades de baixa renda. “Como provedores de microfinanças nos EUA, um de nossos principais objetivos consiste em ajudar as pessoas a trabalhar com os bancos — isto é, ajudá-las a acessar os serviços financeiros tradicionais”, disse Carter, cuja organização capacita líderes estudantis a construir suas comunidades por meio da criação de instituições de microfinanças  no campus (MFIs).

“A oferta de crédito é grande, mas nem sempre é boa ou acessível. Isso é um problema que impede as pessoas de sair do ciclo de pobreza e as impede de desfrutar de oportunidades econômicas. Nós, provedores de microfinanças nos EUA, pensamos em nosso clientes como um contingente de pessoas nessa longa trajetória de construção de ativos. Queremos que vejam em nós o ponto final dessa caminhada. Nós as estamos ajudando a seguir em frente e a construir empresas mais fortes, de modo que possam ter uma vida melhor.” A maneira por excelência para atingir esse objetivo é pela construção do crédito, disse.

Uma diferença fundamental entre o microcrédito no exterior e nos EUA consiste no papel da pontuação do FICO, prosseguiu Carter. “As pessoas dirão que a melhor maneira de ajudar é pagando a dívida, porém, nos EUA é importante que as pessoas tenham algum tipo de linha ativa de crédito para que tenham uma pontuação no FICO. Isso dá a elas acesso a empréstimos mais baratos. A pesquisa mostra que uma pessoa economizará mais de US$ 250.000 durante a vida se tiver uma pontuação de crédito melhor. Embora haja muito crédito nos EUA, estima-se que 40 milhões de pessoas no país tenham um histórico ruim ou escasso de crédito. Portanto, é um problema generalizado.”

Qual seria o papel das microfinanças diante desse desafio? “A coisa mais importante no caso do FICO é ter linhas de crédito positivas à mão — algo ativo em seu histórico de crédito”, disse Carter. Só em 2006 as instituições de microfinanças  puderam enviar seus dados de serviço de empréstimos aos escritórios de crédito dos EUA. “Agora, os clientes desse segmento podem conseguir crédito para saldar suas dívidas. Isso é uma melhora.” Poucas instituições de microfinanças inovaram nesse processo, acrescentou Carter, ao oferecer empréstimos que “promovam a construção de crédito” que sirvam não apenas para empresários, mas também para o consumidor.

Adaptando inovações estrangeiras

De acordo com Alexandra Fiorillo, diretora do GRID Impact, empresa de pesquisas globais, inovação e design de Nova York, o setor de microfinanças nos EUA é considerado, via de regra, “medíocre” se comparado com seus congêneres no exterior no quesito inovação. “Isto se deve em larga medida ao fato de que temos regulações rígidas e muito duras […] Contudo, em muitos países em desenvolvimento, essas regulações não são tão rígidas assim. As técnicas de supervisão não são tão draconianas quanto às dos EUA ou do Reino Unido e outros mercados desenvolvidos.”

Para Fiorillo, essa falta de regulação é um a espada de dois gumes. “De um lado, temos muita sorte de ter políticas fortes que protejam as pessoas e as instituições nos EUA. Do outro lado, muita gente acredita que tais regulações tendem a frustrar e a sufocar a inovação.”

Recentemente, uma grande instituição de microfinanças dos EUA pediu ao grupo de pesquisas de Fiorillo que a “ajudasse a inovar um novo tipo de empréstimo dirigido a indivíduos que nunca haviam tido acesso a um produto financeiro na vida — indivíduos que tinham um FICO menor do que 450 ou que não tinham histórico de crédito algum […] A pergunta que fizeram foi a seguinte: “O que temos de saber, ao projetar um produto, para garantir os melhores resultados financeiros possíveis para nossa instituição e nossos tomadores? Como devemos nos dirigir a nossos clientes? Que coisas devemos fazer para minimizar nosso risco e a volatilidade em potencial do nosso portfólio, embora queiramos, de fato, alcançar esse público de baixa renda?”

“Nosso cliente estava realmente interessado em se informar a respeito das inovações que as instituições estrangeiras estavam introduzindo em suas carteiras de empréstimos, e quais desses projetos podiam ser importados pelos EUA”, acrescentou Fiorillo. “A microfinança é uma das poucas áreas em que há muita inovação em curso no exterior — por isso nossas instituições estão atentas ao que está acontecendo lá fora […] Há muito trabalho a ser feito nos EUA para melhorar os serviços financeiros voltados para os pobres. É preciso pesquisar muito nos EUA para que se comece a entender, inclusive, de que modo as pessoas de baixa renda aqui lidam com a renda familiar.”

De “promessas frustradas” a novos produtos

Tradicionalmente, a ferramenta essencial da indústria de microfinanças é o empréstimo de microcrédito concedido a empresários de baixa renda que o usam para começar um negócio familiar. Recentemente, porém, a indústria se diversificou em direções diversas, conforme explica Eilizabeth Rhyne, principal palestrante do congresso.

Rhyne, diretora-gerente do Centro de Inclusão Financeira, que ela descreveu como um “think tank que prioriza a ação”, foi anteriormente vice-presidente sênior da Accion, uma organização sem fins lucrativos que dá apoio a instituições de microfinanças em seus esforços para proporcionar serviços financeiros a grupos de baixa renda. Na Accion, ela ajudou a desenvolver novos produtos financeiros na África, Índia e em outros países.

Os empréstimos de microcrédito para a menor das empresas, disse Rhyne à plateia do evento, “estabeleceram uma base forte e sólida para o futuro com base na ideia de que o público de baixa renda contribui com seu próprio desenvolvimento, que são pessoas capazes de saldar o empréstimo contratado e em relação às quais o risco de crédito é uma aposta que vale a pena”. Também é possível, acrescentou Rhyne, “construir uma empresa de sucesso concedendo empréstimos a pessoas de baixa renda”. No momento em que se percebe isso, “é preciso aprender muito sobre como construir uma instituição financeira que seja eficiente e voltada para as necessidades do público de baixa renda”.

O setor de microfinanças firmou o conceito de instituição de microfinanças como aquele que oferece crédito a tomadores de baixa renda, mas pode adquirir a licença de instituição financeira formal, observou Rhyne. De fato, cerca de 200 milhões de pessoas no mundo contratam empréstimos em instituições de microfinanças — “200 milhões de pessoas que não teriam condições, muito provavelmente, de conseguir crédito formal antes da existência desse tipo de instituição”.

Por tudo isso, acrescentou Rhyne, “as coisas se complicaram ainda mais, porque descobrimos que algumas das premissas básicas das microfinanças que tínhamos como líquidas e certas eram inadequadas ou incompletas. Fui uma das principais defensoras das microfinanças durante muitos anos, e aceitei todas essas premissas — e agora, quando olho para trás, vejo que devia ser óbvia a existência de alguns problemas”.

Que promessas se revelaram inadequadas? Em primeiro lugar, a de que o “crédito não é apenas uma necessidade financeira importante que as pessoas têm. Isso parece claro e óbvio” agora, disse Rhyne, mas não nos primeiros tempos, quando a indústria se concentrava nas vantagens do microcrédito para as populações de baixa renda. “As pessoas também precisam de suas economias como forma de construir ativos; as economias são o reverso da medalha do crédito. Quando a pessoa economiza mais, precisa de menos crédito. E se ela tem uma poupança maior, pode-se candidatar a mais crédito.”

Além da crescente conscientização de que é preciso economizar, a indústria se deu conta da importância de capacitar o pobre a fazer pagamentos financeiros, disse Rhyne. “Fazer pagamentos — deslocar o dinheiro de um lugar para o outro — parece trivial para nós” nos EUA, uma sociedade que desenvolveu uma infraestrutura para a realização de tais pagamentos. Contudo, é importante lembrar que  “se você trabalha somente com dinheiro, há vários problemas decorrentes disso — isso sem contar que você se torna um ímã ambulante que atrai o crime por andar com muito dinheiro”. Até mesmo nos EUA, isso ainda é um problema para quem não tem conta em banco.

Os produtos de seguro são outro segmento no qual as instituições de microfinanças ultrapassaram suas raízes iniciais. “A vulnerabilidade é uma das características da pobreza”, disse Rhyne. “Portanto, atenuar as desvantagens oferecendo seguro às pessoas de baixa renda constitui uma ferramenta financeira extremamente importante.”

Nos últimos anos, cresceu a conscientização entre as instituições de microfinanças de que “o crédito não transforma tanto quanto se acreditava”, observou Rhyne. “Embora haja certas pessoas que usarão as microfinanças para transformar e construir suas empresas, não é o que acontece com a maior parte das pessoas que recebem um empréstimo. A maior parte o usará para facilitar o consumo […] Ele não levará suas empresas para um novo nível, em parte porque muitas dessas pessoas não deseja fazê-lo, e em parte também porque muitos têm outros empecilhos.”

A chamada armadilha da dívida é mais um componente das microfinanças muitas vezes negligenciado em razão do entusiasmo precoce que cerca os benefícios de transformação do movimento. “Esse é o tipo de problema que os adeptos das microfinanças queriam resolver, porque sabiam que no crédito formal há muitas dificuldades quando a pessoa fica atolada em dívidas”, disse Rhyne. “As microfinanças são uma forma mais generosa e gentil disso, mas mesmo assim um certo percentual de indivíduos terão problemas.”

O “descompasso do incentivo”

Além disso, o setor de microfinanças deve admitir a existência de “um descompasso do incentivo”, disse Rhyne. “O incentivo de toda instituição de microfinanças é o de emprestar mais. Se o indivíduo ganha dinheiro emprestando, então ele vai querer emprestar mais. Há um descompasso entre ‘Queremos ajudar as pessoas’ e ‘Queremos emprestar mais.’ É difícil para um tomador saber que ‘São estas as pessoas que precisam de dinheiro e as que devem recebê-lo; e aquelas são as que não devem recebê-lo’. Esse é um problema persistente. Como consequência, tem havido uma série de crises em razão do excesso de endividamento. Temos de ser mais cuidadosos na hora de propor o endividamento. Devemos proteger melhor nossos clientes. Temos de proporcionar uma oferta de produtos e serviços que vá além do crédito das microfinanças originais. Isso tem sido um desafio para a indústria das microfinanças.” O setor lida com esse desafio através do Microfinance CEO Working Group, um esforço colaborativo de várias organizações internacionais de ponta que promovem as microfinanças no mundo todo. O Microfinance CEO Working Group reúne a liderança de oito organizações internacionais de microfinanças: Accion, FINCA International, Freedom from Hunger, Grameen Foundation USA, Opportunity International, Pro Mujer, VisionFund International e Women’s World Banking.

Essas instituições estão liderando o desenvolvimento de novos tipos de produtos e serviços que, embora baseados nas raízes fundamentais da árvore de microfinanças, espalham-se em inúmeras novas direções para servir a indivíduos e comunidades de baixa renda. Além dos produtos mais convencionais de poupança, pagamentos e seguro, suas ofertas lidam também com as necessidades de áreas como habitação, energia, agricultura e pequenas empresas.

Com tantas experiências e novos programas a considerar, Rhyne concluiu sua apresentação destacando as inovações em apenas um setor — a indústria da saúde. A saúde talvez seja o setor mais desenvolvido das inovações em microfinanças porque “as emergências de saúde são uma das principais razões” que levam as pessoas a ter problemas na hora de pagar um empréstimo contratado, portanto as instituições de microfinanças sabem perfeitamente dos riscos desse segmento para as famílias de baixa renda.

A seguir, algumas das instituições de microfinanças mais importantes e seus programas inovadores de saúde:

– Women’s World Banking, organização mundial sem fins lucrativos que prioriza o acesso a ferramentas e recursos financeiros essenciais a um número maior de mulheres de baixa renda. A organização  lançou um produto na Jordânia, em 2010, que cobre os gastos hospitalares com internação, e cobre inclusive algumas perdas de renda que as pessoas têm quando precisam ficar no hospital.

– Pro Mujer, que concede às mulheres latino-americanas pequenos empréstimos empresariais, educação e empréstimo para moradia, contas de poupança e seguro de vida, também está contratando enfermeiras e médicos que atuam em clínicas fora dos escritórios do Pro Mujer. Em alguns casos, quando os clientes da organização vão aos locais onde as microfinanças são oferecidas, têm acesso também a serviços de saúde dedicados, em grande medida, à saúde maternal e reprodutiva. Como as doenças crônicas — como diabetes e doenças do coração — estão se tornando mais comuns na região — os serviços para tratar delas foram incrementados nessas clínicas.

– Grameen Foundation, uma fundação com sede nos EUA, começou a explorar a telefonia móvel como meio de conectar diretamente as pessoas de baixa renda. Na área da saúde, a empresa tem um aplicativo móvel, o MOTECH, que permite a comunicação entre pacientes de baixa renda com seus cuidadores. Em um exemplo notável, pacientes HIV positivos na Índia devem tomar seus remédios diariamente, disse Rhyne. “Um dos principais problemas desse tipo de medicação é que se as pessoas tomarem seus remédios diariamente, sua eficácia é grande; mas nem sempre elas os tomam todos os dias. Portanto, a MOTECH envia uma mensagem automática todas as manhãs, à mesma hora, ao paciente: ‘Olá, você tomou seu remédio hoje? Pressione um para sim, ou dois para não.” Se o paciente pressionar dois, a MOTECH lhe envia outra mensagem depois de meia hora: ‘E agora, tomou seu remédio? Pressione um para sim e dois para não.'”

– A Accion International Venture Lab, um fundo de investimentos, fornece “capital-semente e suporte para start-ups de inclusão digital que se destaquem pela inovação, promovendo a experimentação e modelos de negócios que melhorem o acesso financeiro das pessoas que vivem na pobreza no mundo todo”, segundo informações da organização. Rhyne chamou a atenção para o investimento da Venture Lab na MeraDoctor, serviço de telefonia móvel da Índia, que permite a assinantes de baixa renda comunicarem-se com médicos — 24 horas por dia, sete dias por semana — simplesmente usando o celular. Entre outros benefícios, os médicos prescrevem receitas, fornecem aconselhamento médico, corrigem diagnósticos errôneos e respondem a outras questões personalizadas. O Meradoctor fornece a seus usuários seguro de saúde, o que faz dele “um sistema de serviços de saúde totalmente novo”, disse Rhyne.

– Opportunity International, que criou uma empresa de microsseguro chamada MicroEnsure há vários anos, entrou no negócio de seguro de saúde na África e na Ásia. A MicroEnsure hoje fornece a pessoas de baixa renda seguro contra enchente, seca, para os casos de hospitalização e morte. Em Gana, a MicroEnsure fornece seguro de saúde e de vida para os clientes da AirTel, principal provedor de telefonia móvel. Os clientes da AirTel podem obter gratuitamente um pequeno seguro de saúde e de vida como parte do seu plano de assinatura que é oferecido em parceria com a seguradora local.

Citando a Universia Knowledge@Wharton

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