Tráfico de drogas, violência e futuro econômico do México

Em junho de 2010, nos dias que antecederam as eleições estaduais no México, Rodolfo Torre, líder na disputa pelo governo do Estado de Tarnaulipas, no norte do país, foi assassinado. Ele havia feito campanha contra a violência gerada pela droga. Pouco depois, em julho, traficantes usaram um carro-bomba pela primeira vez na história da guerra das drogas no México matando quatro pessoas em Ciudad Juárez. Em agosto, os corpos de 72 migrantes foram encontrados no norte do país. Eles haviam sido mortos porque se recusaram a trabalhar para uma quadrilha de traficantes. Alguns dias depois, um procurador e um policial que investigavam o crime desapareceram.

Manchetes desse tipo se tornaram lugar-comum na imprensa atualmente. Contudo, as razões por trás da escalada da violência e o seu grau de impacto sobre a sociedade mexicana ainda não foram completamente compreendidos, uma vez que a natureza chocante desses crimes catalisou completamente a atenção do público. Como a escalada dessa tragédia humana já foi bem analisada, o presente artigo examina a fonte da violência cada vez maior no México e sua relação com as drogas, inclusive os custos diretos e indiretos que ela acarreta, bem como a resposta que a comunidade mundial de negócios tem dado a ela.

O México produz e distribui maconha, cocaína, heroína e metanfetamina para a maior parte do mundo. Seu maior mercado, os EUA, compra 90% da cocaína que consome do México. O tráfico de drogas é uma atividade lucrativa para os cartéis mexicanos e gera receitas anuais de US$ 35 bilhões a US$ 45 bilhões com uma margem de lucro de aproximadamente 80%. Por esse motivo, muitos cartéis disputam os lucros decorrentes da produção e da distribuição de drogas. Atualmente, sete organizações poderosas de traficantes ocupam diferentes regiões do México: a Família Michoacán, o Cartel do Golfo, Los Zetas, a Organização Beltrán-Leyva, o Cartel de Sinaloa, o Cartel de Tijuana e o Cartel de Juárez.

O comércio e os cartéis de drogas existem há décadas no México. No entanto, a violência associada ao comércio de drogas no país cresceu de forma assustadora desde que o presidente Felipe Calderón tomou posse em 2006. Enquanto os governos anteriores evitavam o confronto com o comércio de drogas, Calderón lançou uma guerra total às drogas convencido de que a força crescente dos cartéis de drogas representam uma ameaça à segurança do país.

Quase que imediatamente depois de tomar posse, em 2006, Calderón enviou 36.000 tropas nacionais a nove Estados para destruir plantações, colher dados, interrogar suspeitos e confiscar contrabandos. Calderón deu início também a diversas reformas jurídicas e de segurança pública. Por exemplo, o governo mexicano está trabalhando no sentido de melhorar a eficiência da força policial federal. A previsão era de contratar 8.000 investigadores em 2010; ao mesmo tempo, há um esforço para acabar com o poder da corrupção. Em agosto de 2010, cerca de 10% da polícia federal foi demitida por não passar no teste do detector de mentiras, de drogas e em outros testes dos "exames de controle de confiança", cujo objetivo é identificar policiais que tenham elos com o crime organizado.

Além disso, a Plataforma México, um programa de gestão de informações recentemente introduzido, tem por objetivo criar uma interconectividade em tempo real com a força policial mexicana através de um banco nacional de dados que facilitará o monitoramento dos criminosos associados ao tráfico. Dentre as reformas judiciais previstas consta a introdução de julgamentos orais, negociação da pena com o ministério público, métodos alternativos de resolução de casos, bem como a possibilidade de se trabalhar com juízes anônimos nos casos de ações penais relacionadas às drogas para aumentar a eficiência e a segurança do processo judicial. Acima de tudo, porém, o governo está levando a sério a punição dos traficantes condenados, tendo ampliado as extradições para os EUA.

Ciente de que o comércio das drogas não é problema exclusivo do México, os EUA se comprometeram a ajudar o país através do Projeto Mérida, um acordo pelo qual os EUA darão assistência ao México e a outros países centro-americanos no combate às drogas. Para isso, os EUA destinarão US$ 1,5 bilhão ao longo de três anos com o objetivo de acabar com a corrupção nas instituições governamentais desses países. A ajuda americana financiará o treinamento da polícia, patrocinará programas de aperfeiçoamento da segurança e de compras de equipamentos usados na guerra contra o tráfico.

Novas alianças, mais violência

Apesar dos esforços do governo de Calderón e da cooperação mais intensa entre o México e os EUA, a violência associada às drogas continua a aumentar. Estima-se que 7.000 pessoas tenham morrido no México, em 2009, como consequência da guerra às drogas — um número expressivamente maior do que os 1.300 que teriam sido mortos em 2005 antes do início da guerra ao tráfico. Calcula-se também que tenha havido 1.200 sequestros em 2009. Paradoxalmente, a postura decidida do México contra os cartéis parece estar contribuindo para o aumento da violência associada à droga. Embora os esforços do governo de Calderón tenham, de fato, fragilizado os cartéis, a captura dos seus principais líderes perturbou sua dinâmica, na medida em que seus membros brigam agora pelas posições mais lucrativas de liderança.

A guerra do governo mexicano às drogas também prejudicou a distribuição do poder entre os cartéis, que agora disputam o direito às rotas dos concorrentes mais debilitados. A disputa é tão acirrada que resultou em alianças entre alguns cartéis para derrotar outros. A nueva federación é uma aliança formada recentemente entre a Familia Michoacán, o Cartel do Golfo e o Cartel de Sinaloa.

Outra possível explicação para o aumento da violência associada à droga é a tentativa dos cartéis de forçar o governo a recuar levando o terror à população. Como consequência, a violência transbordou dos cartéis atingindo a população do país e criando um ambiente inseguro dentro do México, sobretudo para as empresas. Os cartéis recorrem agora a várias formas de violência contra as empresas, desde sequestros até roubo ou extorsão. Seu objetivo é o poder e o lucro. A Pemex, companhia estatal de petróleo, tem sido alvo frequente dos cartéis. Em 2010, vários funcionários da empresa foram sequestrados; a petroleira foi roubada pelos cartéis e por funcionários corruptos. A Reuters calcula que a Pemex tenha um prejuízo de "US$ 750 milhões em combustível e petróleo roubados de seus oleodutos ao longo do ano", além de "peças de reposição e equipamentos caros".

Os cartéis desafiam a viabilidade de ambientes de negócios seguros não apenas no caso de grandes empresas, como a Pemex, mas também no caso de empresas de pequeno porte e até de cidadãos comuns. Em julho de 2010, atiradores emboscaram os convidados de uma festa de aniversário no Estado mexicano de Coahila matando 17 pessoas e ferindo várias outras. Algumas fontes acreditam que essas matanças em massa decorram da decisão dos donos dos estabelecimentos agredidos de não pagar as taxas de extorsão exigidas pelo tráfico. Sem dúvida, a carnificina resultante da guerra ao tráfico no México afeta agora todos os estratos da sociedade: migrantes empobrecidos, a elite mais rica, empresas em regiões conflagradas e até mesmo as grandes empresas do país.

Em agosto de 2010, o vasto alcance da violência causada pelas drogas no México levou Calderón a abrir o debate sobre a legalização das drogas. Embora haja opiniões distintas entre os políticos mexicanos, muitos nomes influentes, entre eles o do líder do Partido da Revolução Democrática, Jesús Ortega, e os dos ex-presidentes Ernesto Zedillo e Vicente Fox, acreditam que a postura rígida do governo contra as drogas não esteja produzindo resultados, e que a legalização deveria ser analisada. Seu principal argumento é de que com a eliminação do mercado negro de drogas no México, o preço das drogas cairia, bem como os lucros e o poderio dos cartéis. Calderón respondeu prontamente que o preço das drogas não é determinado pelo mercado mexicano, e sim pelo mercado americano, para onde os cartéis do México vendem a maior parte de suas drogas. Portanto, a menos que os EUA também legalizem as drogas, disse Calderón, "seria absurdo o México legalizá-las". Ele é frontalmente contra a criação de um ambiente que facilite o uso da droga e o vício.

Além disso, Calderón e outros membros do seu governo se opõem à legalização devido à influência generalizada dos cartéis na sociedade mexicana. Com a legalização da produção, distribuição e uso da droga, os cartéis passariam a ampliar outras atividades criminosas, como extorsões e sequestros, preservando e ampliando seus ganhos. Portanto, é pouco provável que a legalização tenha algum efeito sobre os níveis atuais de violência e de corrupção no futuro próximo.

A atitude dos líderes de empresas com operações no México reflete a deterioração das condições existentes no país e mostra que a insegurança tem consequências econômicas importantes. Nos últimos dois anos, a Câmara Americana do Comércio no México (AmCham) fez uma pesquisa entre seus membros — executivos estrangeiros e locais — para mensurar sua percepção em relação à segurança corporativa e pessoal: 75% disseram que suas empresas foram afetadas pela insegurança reinante no país. Embora sua preocupação principal seja sempre a segurança de seus funcionários e a proteção de seus executivos, outros resultados mostram percepções divergentes em relação a questões críticas. Cerca de 60% dos entrevistados disseram se sentir menos seguros pessoalmente em 2009 do que em 2008; todavia, os mesmos entrevistados se dividiram em igual quando tiveram de responder se sua empresa se sentiu mais, menos ou igualmente segura no mesmo período.

Do total dos entrevistados, 1/3 disse que suas empresas estavam menos seguras do que um ano atrás. Os fatores que mais contribuíram para isso, disseram, foram o recrudescimento das atividades do crime organizado, a impunidade resultante dos processos judiciais e as atividades associadas ao tráfico de drogas. Entre os que disseram que a empresa estava mais segura, 25% creditaram o fato ao trabalho das autoridades mexicanas, enquanto 75% atribuíram a melhora dos resultados aos esforços feitos dentro da própria empresa. Com relação à situação da empresa, se sua situação em 2009 era melhor ou pior do que em 2008, parece ter havido um consenso entre os participantes da pesquisa de que o governo não está sendo bem-sucedido em sua tentativa de proporcionar um ambiente mais seguro.

O papel do setor privado

Conforme mostram os resultados da pesquisa, como o governo não é capaz de propiciar a segurança necessária, o setor privado tem desempenhado um papel mais preponderante nessa área. O mercado de segurança privada no México corresponde a 1% do PIB do país, ou US$ 8 bilhões. Em resposta a essa oportunidade significativa de mercado, existem hoje mais de 10.000 empresas privadas de segurança, ante 6.000 há 15 anos. Somente 10% dessas empresas são profissionalizadas, isto é, somente 10% investem em treinamento, infraestrutura, tecnologia e análise. A segurança privada emprega uma força de trabalho de 500.000 pessoas, o que corresponde aproximadamente a 85% do setor de segurança pública, excluindo-se os militares.

Os bens e serviços mais comuns proporcionados pelas empresas mexicanas de segurança privada são guarda-costas, aparelhos eletrônicos e carros blindados. A Feira de Segurança do México de abril de 2010, um congresso que serve de vitrine para uma ampla gama de produtos e serviços da indústria, foi 20% maior do que a do ano anterior. Uma porta-voz do evento falou sobre a necessidade crescente dos serviços de segurança: "Infelizmente, a violência gerada pelo crime organizado fez do México um dos melhores mercados para as multinacionais especializadas em segurança." Numa atitude que reflete essa percepção, a empresa espanhola de segurança Prosegur ampliou sua presença no México com a aquisição de uma firma local de segurança em 2009. As receitas da Prosegur no país passaram de US$ 1 milhão, em 2007, para US$ 17 milhões em 2010 (valor estimado).

Conforme mencionado anteriormente, a blindagem de veículos é a principal oferta da indústria de segurança, e não é de surpreender que o crescimento do mercado seja mais visível nesse subsetor. Na América Latina, o mercado de blindagem cresceu 850% nos últimos oito anos, e o México é atualmente o segundo maior mercado depois do Brasil. Desde 2008, o número de carros blindados aumentou 25% na Cidade do México e 60% no restante do país. Esse mercado deverá crescer 20% em 2011. As empresas responderam a essa necessidade: existem atualmente 70 provedores registrados de blindagem, ante apenas três 15 anos atrás.

As montadoras também estão produzindo carros blindados de olho nesse mercado. O grau de mudança observado no perfil do típico proprietário de carro blindado é sintomático do amplo impacto da insegurança sobre a sociedade. Em 2008, os CEOs das grandes empresas eram a clientela principal do setor. Passados dois anos, os executivos dos dois níveis imediatamente inferiores na hierarquia, bem como os membros de suas famílias, passaram também a usar veículos blindados. O CEO da International Armoring Corp., empresa americana cujas vendas para o México e para as cidades americanas da fronteira com o México cresceram substancialmente, confirma que sua base de clientes está mudando: "Os carros blindados agora têm um público maior […] Eles não são mais produzidos apenas para os chefes de Estado. Nossos clientes da fronteira são executivos normais preocupados com sua segurança." O que chama mais ainda a atenção é o crescimento de 40% do mercado de veículos blindados usados, bem como a introdução de versões blindadas de marcas comuns mais acessíveis, como Chrysler e Volkswagen, sinal de que a necessidade de proteção não se limita mais a uma elite.

Lidar com essa situação complexa de segurança é, sem dúvida alguma, muito dispendioso para o governo e para a sociedade mexicana. A Kroll estima que o custo da insegurança para o governo, empresas e cidadãos seja de US$ 65 bilhões, ou 8% do PIB. Embora a dimensão desse número seja significativa por si só, quando vista no contexto de outros dados econômicos ela se torna ainda mais surpreendente. Ainda de acordo com números da Kroll, esse montante representa 75% da receita e dos impostos sobre vendas arrecadados pelo governo, o que corresponde a 2,5 vezes o volume de remessas enviadas ao país, e 3,5 vezes o montante de investimentos estrangeiros diretos. É duas vezes mais o que o México exporta de petróleo.

Não há dúvida de que a violência e insegurança trazem consigo consequências econômicas negativas que vão além das cifras fabulosas dos custos diretos. Como disse recentemente o ex-presidente Vicente Fox (2000-2006) em seu site: "A magnitude do prejuízo causado pela violência associada à luta contra o crime organizado se reflete agora na percepção e na imagem que se tem do país, na atividade econômica, particularmente no turismo e no investimento direto externo, bem como no custo descomunal de oportunidade que nos obriga a gastar com recursos, pessoal e tempo que são sacrificados quando poderiam estar servindo a outras áreas estratégicas." O presidente Felipe Calderón expressou um sentimento semelhante quando disse que "a insegurança, em geral, e os desdobramentos daí resultantes, enviam um sinal de violência, não só para o México, mas também para o mundo, que só denigre a imagem do nosso país".

Contudo, apesar do que se vê, é difícil quantificar o impacto econômico dessa situação. A receita do turismo internacional, a terceira maior fonte de entrada de dólares no país, caiu 15% em 2009 pela primeira vez em dez anos. Isso, porém, não pode ser atribuído unicamente ao medo da violência, já que naquele ano houve a crise economia mundial bem como a erupção da gripe suína no México, que desestimularam a atividade turística. Embora as autoridades afirmem que as áreas turísticas continuam seguras para os visitantes, há registros de casos de violência em locais antes muito procurados, como Acapulco, Puerto Vallarta e Taxco.

Acredita-se também que a insegurança esteja prejudicando o investimento estrangeiro direto, principalmente por causa do crescimento da violência em Monterrey, uma das cidades industrializadas mais importantes do país. Os líderes das empresas locais dizem que alguns investimentos estrangeiros foram suspensos devido a problemas de segurança, mas se recusam a dar exemplos específicos. Naturalmente é impossível identificar todos os investimentos que teriam sido feitos se houvesse um ambiente mais seguro. Contudo, 27% dos entrevistados na pesquisa da AmCham disseram que haviam reconsiderado os investimentos previstos para o México por questões de segurança. Esse número se refere a executivos que ainda mantêm laços com o país.

É provável que a publicidade negativa tenha influenciado mais significativamente quem ainda pensava em começar a investir no México. Contudo, o capital continua a fluir para o país. Na verdade, o investimento estrangeiro direto está passando por uma recuperação impressionante na esteira da crise econômica e deverá chegar, em 2010, aos níveis de 2006, isto é, a US$ 20 bilhões. Como disse recentemente o diretor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal): "Para o investidor, o que importa, de fato, em relação à segurança, é a segurança jurídica e o risco-país. O México avançou muito em ambos os aspectos, e é esse tipo de segurança que interessa ao investidor."

Essa tendência positiva, porém, não deve ser excessivamente enfatizada. Embora tenha havido avanços na luta de Calderón contra o crime organizado com prisões e mortes de traficantes, o fato é que depois de quatro anos de combate ao crime a violência só tem piorado e não há previsão de melhora. Um número cada vez maior de entrevistados da AmCham não espera que haja melhora alguma na área de segurança nos próximos cinco anos. Embora a indústria da segurança privada esteja se beneficiando da importância cada vez maior que o setor vem adquirindo, a crise que vive o país impõe custos financeiros, sociais, culturais e psicológicos expressivos sobre o México. Além da dificuldade de medir esses custos, sobretudo em termos econômicos, existe uma relutância da parte de acionistas importantes de falar abertamente sobre o assunto.

É compreensível que os executivos não queiram discutir em detalhes as implicações da sua preocupação com a segurança e, mais ainda, as precauções tomadas, já que tal franqueza poderia torná-las menos eficazes. Os consultores de segurança também se calam em relação a informações específicas porque a discrição é essencial aos serviços por eles prestados. Os acionistas com interesse suficiente pelo país — quer sejam eles investidores, funcionários do governo ou cidadãos bem relacionados — hesitam em contribuir para uma percepção negativa do México.

Disso decorrem mensagens muito heterogêneas: manchetes quase que diárias de torturas, tiroteios, sequestros e assassinatos que podem espantar turistas e investidores. Ao mesmo tempo, outros dizem que a insegurança é localizada, limitada, sobretudo, aos envolvidos com o comércio da droga e que não é motivo de preocupação para as empresas. A exemplo da maior parte das dicotomias, a verdade está em algum ponto no meio disso tudo, pelo menos por enquanto. A luta pela segurança no México poderá levar o país para um ou outro extremo. Portanto, vencer a violência causada pela droga é prioridade máxima para o futuro do país.

This article was written by Devon Duff and Jen Rygler, members of the Lauder Class of 2012.

Citando a Universia Knowledge@Wharton

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"Tráfico de drogas, violência e futuro econômico do México." Universia Knowledge@Wharton. The Wharton School, University of Pennsylvania, [05 April, 2011]. Web. [27 October, 2021] <https://www.knowledgeatwharton.com.br/article/trafico-de-drogas-violencia-e-futuro-economico-do-mexico/>

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"Tráfico de drogas, violência e futuro econômico do México" Universia Knowledge@Wharton, [April 05, 2011].
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